Do campo de batalha sai fruta fresquinha!

Este foi um desafio que ninguém escolheu fazer mas onde todos fomos postos à prova.

Na minha santa ignorância, há um ano atrás, não tinha consciência nenhuma do que esta pandemia poderia vir a provocar nas nossas vidas.

Achava que ia ser uma coisa rápida de resolver e que não tarda estaríamos de volta.

Hoje ainda não tenho a plena consciência dos danos causados e dos que ainda estão para vir. 

Claro que agora vejo o “problema” com outros olhos, olhos que calculam a gravidade da situação, mas ainda assim, acho que ninguém tem ainda a verdadeira noção do impacto desta transformadora pandemia.

Uma coisa eu acho que vai acontecer:

No meu tempo de escola, estudava-se na disciplina de história factos como a Batalha de Aljubarrota, as conquistas de Pedro Alvares Cabral ou a destruição do incêndio de Lisboa em 1755.Daqui por uns anos irá estudar-se o impacto social, económico e emocional que a Pandemia Covid-19 provocou no mundo inteiro. Bem como falar-se-á dos portugueses e portuguesas que subsistiram a todos os percalços e se agarram ao que tinha e se reinventaram para continuar com o caminho para a frente.

E nessa altura, provavelmente os meus filhos irão perguntar

“Mãe, mas como é que tu fizeste para superar tudo aquilo?”

Nessa altura espero ainda ter bem fresca na memória a sensação que tenho agora, para lhes poder dizer que a capacidade humana é infindável – A garra, a esperança, a determinação, a vontade de nunca desistir e de fazer mais e melhor, a necessidade, a resiliência mas acima de tudo os valores, irão sempre levar-nos a bom porto!

Durante este tempo não sabia se estava a fazer as coisas certas, se era assim que devia assumir o meu papel agora, se iria conseguir superar o que havia para superar, se estava a ter e a dar o apoio devido, se ia conseguir aguentar, se tudo iria estar como estava quando voltasse ao “normal”, se…, se…

Todos estes ses, foram experiências vividas que agora me mostram que ao voltar, esse “normal” já não existe, pelo menos da mesma forma. Porque os mesmos olhos que vêm a gravidade da situação, também vêm um mar de novas ligações, possibilidades, experiências, relações e oportunidades que me fizeram reinventar.

Durante a quarentena quando dar aulas fisicamente passou a ser impossível, o meu trabalho transformou-se por completo. E se na primeira vaga tinha parado por completo porque não consegui recriar o meu ofício, que eu achava tão físico, pessoal e de tanto contato cara a cara, na segunda vaga isso não podia voltar a acontecer.

As mangas foram arregaçadas e olhando em volta, com tão bons exemplos, de colegas, artistas, professores e muitos outros, as coisas tinham de ser diferentes.

E foram!

Volto à realidade com um “normal” diferente. Mesmo que em algumas situações o “normal” pareça o mesmo de sempre, na minha cabeça, no meu ser e no meu sentir, não o é.

Algumas coisas que estavam no baú dos futuros projetos vão começar a sair, fruto plantado, regado e crescido para ser colhido por vocês.

Em breve sairão novidades com frutos fresquinhos que vou querer partilhar com vocês.

Depois de passar pelo campo de batalhar e ser posta à prova, este será um pomar inteiro que quero partilhar convosco.

A fruta deve ser consumida todos os dias, assim como a Dança! 

👉 Partilha nos comentários como te sentes ao voltar ao “normal” 😉
Fica atento(a) às novidades!

Até lá e ri muito, dança muito, porque quem Dança é mais feliz! 😄 🤟

SARA FERREIRA

Olá, eu sou a professora de Dança que te vai pegar o bichinho. 😄🤘

Danço desde que me lembro e concretizei um dos meus sonhos ao licenciar-me em Dança pela Faculdade de motricidade Humana. 🎓

Dou aulas há mais de 10 anos e o meu próximo sonho é fazer com que também TU fiques com o bichinho da Dança. 🤩 Porque quem Dança é mais feliz!

Atenção⚠️ 
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